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Com tendência de eletrificação de veículos, engenharia elétrica caminha para adaptação de infraestrutura urbana
A engenharia elétrica – ainda como um embrião do que é atualmente – teve seu surgimento em meados do século XVII com os primeiros experimentos de energia. Alguns anos depois, em 1752, Benjamin Franklin criou o para-raios, invenção que lhe deu o título de “pai da Engenharia”.
Apesar da primeira invenção elétrica prática ter sido feita por Franklin, foi William Gilbert o primeiro engenheiro eletricista da história com a invenção do versório e com a distinção do magnetismo e da estática. A partir do século XIX, o campo desenvolveu-se ainda mais devido à agilidade nas comunicações com a criação do telégrafo e cabos submarinos, além da padronização dos medidores de energia.
No final do mesmo século, Thomas Edison apresentou ao mundo a lâmpada e a primeira forma de transmissão de energia elétrica. No mesmo período, foi desenvolvida a turbina a vapor e comunicação por ondas de rádio, além de outros diversos experimentos elétricos.
No Brasil, com o crescimento exponencial da presença da energia elétrica nas cidades, desde a iluminação pública da capital imperial, Rio de Janeiro, em 1879, até a criação da primeira usina hidrelétrica do país – considerada a fonte de energia com maior potencial -, em 1886, em Minas Gerais, a engenharia elétrica se tornou essencial para o funcionamento da sociedade.
De acordo com Arthur Morgenstern, diretor da Stern Engenharia, “a engenharia elétrica está crescente, principalmente com a tendência mundial de eletrificação da nossa matriz energética veicular”. Tal crescimento pode ser observado através da pesquisa da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), que divulgou o aumento de 78% nas vendas de veículos elétricos no primeiro quadrimestre de 2022, que representa 12.976 unidades. Em contramão, o mercado de veículos convencionais caiu 23% no mesmo período.
Tais números exemplificam a busca pela substituição da matriz energética baseada em combustíveis fósseis e fontes de energia não renováveis, que prejudicam o meio ambiente com a poluição do ar, da água, com o aquecimento global e desmatamento.
Assim como em qualquer tipo de evolução, existem adaptações necessárias para que tudo funcione corretamente. Para Morgenstern, haverá uma grande adequação da infraestrutura das cidades para atender às demandas da mudança do modelo da matriz energética veicular, para a mobilidade urbana ser viável com tais veículos.
A Stern Engenharia, que realiza trabalhos no segmento da energia elétrica, atende também quem necessita de engenheiros mecânicos ou engenheiros civis. Além disso, o proprietário afirma que, através da equipe multidisciplinar da empresa, projetos para empresas e pessoas físicas que desejam reformar ou projetar sua casa ou negócio também podem ser realizados. No primeiro caso, o planejamento e execução são feitos em parceria com arquitetos renomados, prontos para materializar os sonhos de todos os clientes.